Fórum Nacional da saúde acontece dia 21 de agosto

A saúde brasileira vive um momento decisivo, e construir um futuro mais eficiente, sustentável e acessível passa pelo diálogo e pela união de diferentes setores.

É com esse propósito que o Fórum Nacional – O Futuro da Saúde do Brasil reunirá especialistas, gestores, lideranças médicas, representantes de instituições e profissionais da saúde para debater desafios, compartilhar experiências e discutir propostas para o fortalecimento da saúde no país.

📅 21 de agosto de 2026, a partir das 8h
📍 Sede do SIMEPI – Teresina (PI)

A inscrição é gratuita através do link na Bio e a programação completa será divulgada em breve. Esperamos você!

SIMEPI se reúne com presidente da APPM

A diretoria do Sindicato dos Médicos do Estado do Piauí (SIMEPI), representada pela Dra. Lúcia Santos, pelo Dr. Samuel Rêgo e por Maurício Marques, esteve reunida nesta quarta-feira (15) com o presidente da Associação Piauiense de Municípios (APPM), Pompílio Evaristo Filho, para tratar do Concurso Unificado, que deve acontecer ainda no mês de agosto.

Durante a reunião, a Dra. Lúcia Santos enfatizou a necessidade de que os valores previstos para os cargos de médicos no concurso sejam compatíveis com os já praticados e com o Piso FENAM, referência salarial para o trabalho médico. Segundo ela, é fundamental que os editais correspondam à realidade, para que não venham a ser questionados e impugnados pelo Sindicato dos Médicos do Estado do Piauí.

A presidente do SIMEPI também chamou a atenção para o fato de que muitos prefeitos, ao anunciarem concursos públicos, têm fixado remunerações muito abaixo do Piso FENAM, reforçando a importância da adequação dos salários aos parâmetros da categoria.

Fiscalização do SIMEPI no Hospital de Picos mostra realidade na saúde pública do Piauí

O SIMEPI retornou ao Hospital Regional Justino Luz (unidade antiga), em Picos, para fazer uma nova fiscalização e o cenário encontrado é alarmante. Oito meses após nossa última visita, constatamos que a situação vai de mal a pior. A gestão do hospital, administrada por uma empresa privada (Organização Social), falha gravemente na sua missão de acolher e curar a população.

Durante a inspeção no setor de urgência e emergência, nossa equipe documentou irregularidades inaceitáveis:

❌Falta de transparência e humanidade: Pacientes amargam esperas intermináveis na fila de regulação. Encontramos idosos aguardando cirurgias sem qualquer previsão ou informação sobre seus quadros.

❌Superlotação e desorganização: Pessoas seguem internadas nos corredores e em enfermarias inadequadas. Paradoxalmente, enfermarias em melhores condições encontram-se vazias ou subutilizadas.

❌Estrutura insalubre: A cozinha e o refeitório do hospital encontram-se em um estado deplorável, um verdadeiro cenário de filme de terror que pode resultar em infecções alimentares.

❌Omissão da gestão: A administração terceirizada se recusou a prestar esclarecimentos e ocultou informações durante a fiscalização, agindo como se o hospital público fosse uma propriedade privada e isenta de prestação de contas.

A saúde dos piauienses não é mercadoria. Entregar a administração pública para empresas que não demonstram responsabilidade com os pacientes e com as condições de trabalho dos profissionais de saúde é um risco iminente à vida de quem mais precisa.

O SIMEPI não será conivente. O relatório completo com todas as denúncias será formalmente encaminhado aos órgãos competentes para a tomada imediata de providências: Ministério Público do Piauí (MP-PI), Tribunal de Contas do Estado (TCE-PI), SESAPI e Conselho Regional de Medicina (CRM-PI).

A população e os profissionais de saúde exigem respeito e transparência!

SIMEPI fiscaliza Piripiri e situação é de calamidade

O SIMEPI esteve em Piripiri, no Hospital Regional Chagas Rodrigues, para uma rigorosa fiscalização e o cenário que encontramos é de calamidade. A realidade atual da unidade compromete gravemente o atendimento à população e o trabalho dos profissionais de saúde.

Durante a vistoria, nossa equipe constatou diversas irregularidades inaceitáveis:
❌ Estrutura comprometida: Fachadas danificadas, mofo, fiação exposta e tetos deteriorados;

❌ Superlotação: Pacientes sendo realocados para corredores improvisados como enfermarias;

❌ Riscos sanitários: Falta de higiene adequada e enfermarias onde ficam homens, mulheres e crianças misturados, o que não é adequado;

❌ Armazenamento irregular: Medicamentos guardados em locais com temperatura incorreta, comprometendo sua eficácia.

É um ambiente completamente insalubre. Essa realidade coloca em risco direto a vida e a recuperação dos pacientes, além de esgotar a saúde mental e física dos profissionais que atuam na linha de frente em condições tão adversas.

O SIMEPI não vai se calar. Exigimos respostas e providências imediatas dos órgãos responsáveis. A população piauiense e a classe médica merecem respeito, segurança e dignidade!

Vitória do SIMEPI! Saiu a Progressão dos médicos da SESAPI!

Vitória do SIMEPI! Saiu a Progressão dos médicos da SESAPI!

A Lei da Carreira Médica do Estado do Piauí assegura aos médicos o direito à progressão funcional, permitindo a ascensão na carreira por meio da mudança de classe e padrão, observado o interstício de dois anos.

Apesar dessa garantia, muitos médicos procuraram o SIMEPI relatando que, mesmo após o decurso do período necessário, suas progressões ainda não haviam sido implementadas pela Administração.

Diante dessa situação, o Sindicato protocolou diversos requerimentos administrativos de progressão funcional e passou a acompanhar de forma permanente a tramitação dos processos junto aos órgãos responsáveis, cobrando celeridade e adotando as medidas necessárias para viabilizar sua conclusão.

Como resultado desse acompanhamento contínuo, foram publicadas, no início de julho, cerca de 70 progressões funcionais de médicos da SESAPI, assegurando o reconhecimento de um direito legítimo da categoria e promovendo a valorização profissional dos servidores.

O resultado reforça a importância da atuação sindical na defesa dos direitos da categoria e reafirma o compromisso do SIMEPI com o reconhecimento, a valorização e o respeito aos direitos dos médicos piauienses.

SIMEPI se reúne com conselhos Regionais da saúde para unir forças

Realizamos ao longo da semana, uma série de reuniões com representantes de três conselhos profissionais da área da saúde para discutir as principais demandas das categorias e fortalecer a atuação conjunta em defesa dos trabalhadores e da assistência à população. Encontros foram acompanhados pelo Dr. Samuel Rêgo e a Dra. Lucia Santos. 

Um dos encontros foi com representantes do Conselho

Regional de Farmácia (CRF-PI), incluindo o conselheiro federal suplente e conselheiro municipal de Saúde, Jeórgio Leão.

Durante a reunião, foram debatidos os desafios enfrentados pelos farmacêuticos e as dificuldades identificadas durante fiscalizações, como a falta de estrutura e de condições adequadas de trabalho.

A agenda também incluiu uma reunião com o Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (CREFITO). No encontro, foram discutidas as demandas da categoria, além de estratégias para ampliar a valorização dos profissionais e melhorar as condições de trabalho na rede de saúde.

Encerrando a série de visitas, a diretoria do SIMEPI reuniu-se com representantes do Conselho Regional de Enfermagem

(COREN-PI). A pauta abordou os principais desafios enfrentados pelos profissionais de enfermagem, especialmente nos hospitais do estado, além da construção de ações conjuntas voltadas ao fortalecimento da assistência e à valorização da categoria.

Segundo o SIMEPI, as reuniões fazem parte de uma agenda permanente de aproximação com os conselhos de classe, com o objetivo de unir esforços para defender melhores condições de trabalho para os profissionais da saúde e contribuir para o aprimoramento dos serviços prestados à população piauiense.

SIMEPI e sindicatos de outros estados se reúnem com a FENAM para discutir as formas de contratos nas OSs, Sociedade em Conta de Participação (SCP)

SIMEPI e sindicatos de outros estados se reúnem com a FENAM para discutir as formas de contratos nas OSs, Sociedade em Conta de Participação (SCP) e os modelos de contratação médica.

Durante a reunião, foram analisados os impactos dos atuais modelos contratuais, incluindo a utilização da Sociedade em Conta de Participação (SCP), além da necessidade de estabelecer diretrizes que assegurem transparência, respeito aos direitos dos profissionais e equilíbrio nas relações de trabalho.

SIMEPI convoca médicos para reunião sobre convocação no concurso da FMS

ATENÇÃO, MÉDICOS!

O Sindicato dos Médicos do Estado do Piauí (SIMEPI) convoca todos os médicos que aguardam convocação da Fundação Municipal de Saúde (FMS) para uma reunião que tratará das deliberações e encaminhamentos referentes ao concurso público.

📅 Data: 02 de julho de 2026 (quinta-feira)
🕖 Horário: 19h
📍 Local: Sede do SIMEPI

A participação de todos é fundamental para o alinhamento das ações e definição dos próximos passos relacionados ao concurso.

Participe! Sua presença é muito importante.

Fiscalização no HEDA: SIMEPI constata situação deplorável no Hospital Regional Dirceu Arcoverde em Parnaíba

O Sindicato dos Médicos do Estado do Piauí (SIMEPI) realizou, nesta sexta-feira (19), uma fiscalização no Hospital Estadual Dirceu Arcoverde (HEDA) e no anexo Nossa Senhora de Fátima, em Parnaíba. As unidades são administradas pela Organização Social ISAC (Instituto Saúde e Cidadania).

Durante a inspeção, a equipe do sindicato encontrou um cenário alarmante, marcado por superlotação, pacientes acomodados em corredores, enfermarias em condições precárias, problemas estruturais e denúncias relacionadas à assistência prestada à população.

Um dos pontos que mais chamou a atenção foi a situação da ala pediátrica. A equipe encontrou recém-nascidos acomodados em leitos de adultos junto às mães, em uma condição considerada inadequada e insegura. Os bebês deveriam estar em berços apropriados, uma vez que as mães precisam se ausentar em determinados momentos para necessidades básicas, como alimentação e uso do banheiro, aumentando o risco de quedas.

Além disso, foram constatados berços com os pés quebrados, amarrados aos leitos das puérperas para evitar acidentes. Em alguns casos, mães que haviam acabado de dar à luz acompanhavam seus filhos recém-nascidos enquanto eles recebiam tratamento, utilizando estruturas improvisadas devido às condições dos equipamentos disponíveis.

A fiscalização também registrou denúncias relacionadas a atrasos em cirurgias ortopédicas, além de problemas estruturais como fiação exposta e ambientes inadequados para a assistência segura de pacientes e profissionais.

Outro fato grave foi o impedimento da entrada da equipe de fiscalização na unidade. Um funcionário administrativo da Organização Social ISAC tentou barrar o acesso dos representantes do sindicato ao hospital. A medida teve o objetivo de retardar a fiscalização enquanto a situação interna era reorganizada. Diante da resistência, o sindicato acionou a Polícia Militar. No entanto, antes mesmo da chegada da guarnição, a equipe já havia conseguido ingressar na unidade e iniciar a inspeção.

As condições demonstram um agravamento dos problemas já identificados durante fiscalização anterior realizada em novembro de 2024. O SIMEPI irá encaminhar relatório aos órgãos competentes, cobrando providências urgentes para garantir condições adequadas de atendimento à população e de trabalho aos profissionais de saúde.

Fiscalização São Raimundo Nonato: SIMEPI denuncia descaso do estado diante da saúde da população

Caos na Saúde: a realidade do Hospital Regional de São Raimundo Nonato

Estivemos no Hospital Regional Senador José Cândido Ferraz, em São Raimundo Nonato, unidade de referência para mais de vinte municípios, e o cenário encontrado é preocupante: estrutura física comprometida, falta de equipamentos e déficit de profissionais.

Enquanto são anunciados investimentos milionários e divulgada uma saúde que não corresponde à realidade vivida por pacientes e trabalhadores, quem depende do serviço público enfrenta dificuldades diárias para receber atendimento digno.

Seguiremos acompanhando, fiscalizando e cobrando soluções efetivas. Saúde pública exige compromisso, investimento real e respeito à população. Porque sem saúde, não há dignidade.