Dra. Lúcia Santos, presidente do SIMEPI e da FENAM, é agraciada com Medalha Rita Lobato

Ontem (6) estive a nossa presidente, Dra. Lúcia Santos, esteve prestigiando a cerimônia abertura da 30° Jornada Piauiense de Ginecologia e Obstetrícia promovida pela @sopigopi . O momento foi de prestígio e gratidão, pois ela teve a honra de  receber a Medalha Rita Lobato em reconhecimento ao meu trabalho pela saúde da mulher e minha luta à frente do SIMEPI e da FENAM. 🤩✨

Essa medalha representa para mim uma conquista que é fruto de trabalho árduo e dedicado de toda uma equipe em prol de uma causa maior. É um símbolo do comprometimento com a saúde, a ética e a excelência na medicina!! Continuaremos. 💪🏻❤️

Aproveito a oportunidade para parabenizar aos outros condecorados e à organização do evento que está incrível. Vamos todos juntos. ✨

SIMEPI realiza atendimento solidário e distribuição de medicamentos na praça cultural do Dirceu no próximo sábado (8), a partir das 8h

O Sindicato dos Médicos do Estado do Piauí (SIMEPI) vem realizando uma série de ações em prol dos piauienses. Dentro dessas iniciativas surgiu o SIMEPI COMUNIDADE. O programa visa contribuir significativamente com a saúde e bem-estar da comunidade, proporcionando alívio e cuidado aos pacientes em situação de vulnerabilidade. A primeira ação social acontecerá no dia 8 de junho, às 8h, na Praça Cultural do Dirceu.

Será um dia especial com atendimentos totalmente gratuitos de várias especialidades médicas, focados em atender quem mais precisa. Não perca esta oportunidade de receber cuidados médicos e orientações de saúde sem nenhum custo. Vamos juntos fazer a diferença para a saúde dos teresinenses com atendimentos gratuitos e de qualidade!

FENAM e SIMEPI participam de audiência pública sobre assistolia fetal

Nesta terça-feira (28), a FENAM e o SIMEPI participaram de uma audiência pública para discutir a Resolução nº 2.378/2024 do Conselho Federal de Medicina (CFM), que proíbe a prática da assistolia fetal, um procedimento que resulta em feticídio. O evento foi organizado pela Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família, e contou com a presença de deputados federais, além de especialistas médicos que explicaram a natureza dolorosa e cruel da assistolia.

 

Representando a Federação Nacional dos Médicos (Fenam) e o Sindicato dos Médicos do Estado do Piauí (SIMEPI), a presidente das entidades, Lúcia Santos, e o diretor de Saúde Suplementar da FENAM e vice-presidente do SIMEPI,  Samuel Rêgo, participaram do debate. Dra. Lúcia destacou que a discussão transcende ideologias políticas e impacta toda a sociedade. 

 

"A Fenam é contra o feticídio em gestações acima de 22 semanas. Consideramos os direitos à vida do feto, à saúde da gestante e do médico", disse. Ela ressaltou os riscos do procedimento: "Além de arriscar a vida da gestante e causar a morte do feto de maneira cruel, provoca um sofrimento incalculável ao médico, que carrega consigo seus valores morais e espirituais".

 

O deputado Zacharias Calil, médico-cirurgião pediátrico, simulou a realização de um aborto por assistolia fetal, explicando que o procedimento, que pode durar até duas horas, é extremamente doloroso para o feto. "Isso é feticídio. Não podemos permitir que isso aconteça com nossos bebês. Este procedimento é proibido até para uso em animais e em casos de pena de morte", destacou Calil.

 

A deputada federal Clarissa Tércio, autora do projeto de lei (PL 1096/24) que criminaliza a assistolia fetal, lamentou a prática do procedimento, que já submeteu muitos fetos a tortura e tratamento desumano. "Tantos bebês em formação foram submetidos a tortura e tratamento degradante", disse Tércio.

 

O deputado federal Dr. Frederico, médico oncologista, clamou por urgência na proibição legal da assistolia fetal.

 

Na véspera da audiência, no dia 27, o CFM havia recorrido ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra a decisão do ministro Alexandre de Moraes, que suspendeu a Resolução nº 2.378/2024. O conselho solicitou que o caso seja redistribuído ao ministro Edson Fachin. Segundo o conselho, Fachin deve assumir o processo por ser o relator da Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 989, que questiona uma nota técnica do Ministério da Saúde sobre a atenção aos casos de aborto.

Nota de pesar: Dra. Laysa Lira e seu filho caçula, Rafael

O Sindicato dos Médicos do Estado do Piauí lamenta o falecimento da Dra. Laysa Lira, ocorrido nesta segunda-feira (20). A família enfrenta a tristeza pela perda de seu filho caçula Rafael, que nos deixou no dia 7 deste mês devido à dengue hemorrágica.

Estendemos nossas mais sinceras condolências a todos os entes queridos, colegas e amigos, em particular ao seu esposo, o médico Ricardo Matias.

SIMEPI e FENAM promovem palestra sobre Gestão Financeira e Patrimonial para médicos

O Sindicato dos Médicos do Estado do Piauí (SIMEPI) realiza na próxima quarta-feira (22) uma importante palestra sobre Gestão Financeira e Patrimonial para médicos. O evento é aberto e gratuito, com transmissão online através do canal no YouTube do SIMEPI. 

A programação conta com a palestra do renomado Leonardo Mas, advogado especializado em Direito Sucessório e Pós-graduado em Planejamento Financeiro. Participe! Estamos te esperando.

SIMEPI recebe doações de medicamentos até o dia 25 de maio

Você ainda pode realizar doações para nossa campanha SIMEPI Comunidade! As doações podem ser feitas na sede do SIMEPI no horário de 08h às 12h e 14h às 18h.

A campanha é uma oportunidade para contribuir com a saúde e bem-estar da comunidade, proporcionando alívio e cuidado aos pacientes em situação de vulnerabilidade.

Diretoria do SIMEPI e FENAM se reúnem com Dep. Federal Júlio Arcoverde

Representantes da diretoria do SIMEPI e da FENAM estiveram nesta tarde (25) em reunião com o Deputado Federal, Júlio Arcoverde e com Coordenadora da Comissão Estadual de Residência Médica do Piauí, Dra. Marta Rosal. O objetivo foi discutir sobre as ações das entidades médicas em relação ao Decreto Nº 11.999 que exclui entidades médicas relevantes da Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM). 

Na ocasião, os representantes apontaram estratégias para reverter a situação. É válido lembrar que a FENAM e o SIMEPI vêm realizando ações para preservar a integridade e a excelência da formação médica brasileira.

Nota de Pesar: Dr.Francisco Santana Castelo Branco Filho

A Diretoria do Sindicato dos Médicos do Estado do Piauí lamenta o falecimento do Dr.Francisco Santana Castelo Branco Filho, ocorrido nesta quarta-feira (24).

Deixamos nossas sinceras condolências para todos os seus familiares, colegas e amigos.

Dra. Lúcia Santos participa do 8º Congresso Internacional de Direito Sindical

A presidente do SIMEPI e da FENAM, Dra. Lúcia Santos, está participando da oitava edição do Congresso Internacional de Direito Sindical, que ocorrerá nos dias 25 e 26/04/2024 (quinta e sexta-feiras), em Fortaleza. As discussões buscam democratizar e ampliar os debates, na busca pela sensibilização política dos sindicalistas, com acesso também aos trabalhadores e empresários em geral de forma transparente. 

O congresso reúne sindicalistas, membros da advocacia, do MPT, da magistratura, estudantes e outro(a)s que lidem diretamente com o direito sindical, o que inclui profissionais e estudantes de Direito. A participação da Dra. Lucia Santos reforça o comprometimento e o engajamento da FENAM e do SIMEPI em promover discussões pertinentes e qualificadas, visando fortalecer as práticas sindicais.

Fenam e demais entidades se reúnem com ministros pedir revogação do Decreto Nº 11.999

No cenário político conturbado do Brasil, onde a desigualdade social é gritante e a corrupção se entrelaça com interesses políticos, mais uma ameaça se desenha nas entrelinhas das decisões governamentais. Desta vez, a vítima é a residência médica, um pilar fundamental na formação de médicos de excelência. O Decreto Nº 11.999, promulgado no último dia 17, assinado ironicamente por um médico, o Vice-Presidente Geraldo Alckmin, traz consigo uma série de mudanças que, entre outras coisas, excluem de forma arbitrária entidades médicas relevantes da Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM), ampliando, por outro lado, a influência de indicações governamentais. Onde antes os médicos tinham voz ativa na definição dos rumos da formação médica nacional, agora foram silenciados e colocados de escanteio.

Hoje, 24 de abril, a Federação Nacional dos Médicos (Fenam), juntamente com o Conselho Federal de Medicina (CFM), a Associação Médica Brasileira (AMB) e outras entidades, se reuniram com os ministros da Educação, Camilo Santana, e da Saúde, Nísia Trindade, para solicitar a revogação do Decreto Nº 11.999. A presidente da Fenam, Dra. Lúcia Santos, convidou o deputado federal Flávio Nogueira para reforçar a luta médica, dada sua posição na base do governo. Ele esteve presente na reunião em apoio aos pleitos das entidades. 

Após uma série de argumentações por parte das entidades médicas, o ministro Camilo Santana admitiu o erro no processo, porém afirmou que o decreto não será revogado, mas sim suspenso. Ele sugeriu a criação de um grupo de discussão com representantes das entidades para revisar as sugestões de mudança no decreto. "O decreto não terá efeito imediato até que possamos analisar as questões levantadas e encontrar uma solução junto às entidades médicas", afirmou o ministro.

Insatisfeita, a dra. Lúcia Santos destacou que não basta reconhecer o erro apenas no ato da aprovação em si, mas também no conteúdo que foi aprovado. “Mesmo com a promessa de se estabelecer diálogo por parte dos Ministros da Educação e Saúde, a situação é preocupante, posto que, não basta o reconhecimento de erro por um Decreto feito unilateralmente, mas o próprio teor desse decreto presidencial que fere a paridade das decisões e a democracia, ao tempo que compromete a qualidade na formação dos especialistas. E quem mais perde com isso é a população!”.

A pergunta que permanece é: quem se beneficia com essa mudança feita às escuras na estrutura da CNRM? Certamente não os médicos, cuja profissão e formação estão sendo subjugadas em prol de interesses políticos e até mesmo empresariais. E tampouco a sociedade brasileira, que depende de profissionais de saúde qualificados para garantir um atendimento digno e eficaz.

Portanto, não podemos nos calar! Após 50 anos de participação na CNRM, a Fenam foi ditatorialmenteexcluída dessa posição. Não se trata apenas de uma redistribuição de poder, mas sim de uma usurpação de autoridade e um ataque à autonomia da classe médica. É fundamental que cada médico, cada estudante de medicina e cada cidadão preocupado com o futuro da saúde no país se engaje nessa batalha. Somente unindo esforços poderemos preservar a integridade e a excelência da formação médica brasileira