SIMEPI convoca médicos para reunião sobre convocação no concurso da FMS

ATENÇÃO, MÉDICOS!

O Sindicato dos Médicos do Estado do Piauí (SIMEPI) convoca todos os médicos que aguardam convocação da Fundação Municipal de Saúde (FMS) para uma reunião que tratará das deliberações e encaminhamentos referentes ao concurso público.

📅 Data: 02 de julho de 2026 (quinta-feira)
🕖 Horário: 19h
📍 Local: Sede do SIMEPI

A participação de todos é fundamental para o alinhamento das ações e definição dos próximos passos relacionados ao concurso.

Participe! Sua presença é muito importante.

Fiscalização no HEDA: SIMEPI constata situação deplorável no Hospital Regional Dirceu Arcoverde em Parnaíba

O Sindicato dos Médicos do Estado do Piauí (SIMEPI) realizou, nesta sexta-feira (19), uma fiscalização no Hospital Estadual Dirceu Arcoverde (HEDA) e no anexo Nossa Senhora de Fátima, em Parnaíba. As unidades são administradas pela Organização Social ISAC (Instituto Saúde e Cidadania).

Durante a inspeção, a equipe do sindicato encontrou um cenário alarmante, marcado por superlotação, pacientes acomodados em corredores, enfermarias em condições precárias, problemas estruturais e denúncias relacionadas à assistência prestada à população.

Um dos pontos que mais chamou a atenção foi a situação da ala pediátrica. A equipe encontrou recém-nascidos acomodados em leitos de adultos junto às mães, em uma condição considerada inadequada e insegura. Os bebês deveriam estar em berços apropriados, uma vez que as mães precisam se ausentar em determinados momentos para necessidades básicas, como alimentação e uso do banheiro, aumentando o risco de quedas.

Além disso, foram constatados berços com os pés quebrados, amarrados aos leitos das puérperas para evitar acidentes. Em alguns casos, mães que haviam acabado de dar à luz acompanhavam seus filhos recém-nascidos enquanto eles recebiam tratamento, utilizando estruturas improvisadas devido às condições dos equipamentos disponíveis.

A fiscalização também registrou denúncias relacionadas a atrasos em cirurgias ortopédicas, além de problemas estruturais como fiação exposta e ambientes inadequados para a assistência segura de pacientes e profissionais.

Outro fato grave foi o impedimento da entrada da equipe de fiscalização na unidade. Um funcionário administrativo da Organização Social ISAC tentou barrar o acesso dos representantes do sindicato ao hospital. A medida teve o objetivo de retardar a fiscalização enquanto a situação interna era reorganizada. Diante da resistência, o sindicato acionou a Polícia Militar. No entanto, antes mesmo da chegada da guarnição, a equipe já havia conseguido ingressar na unidade e iniciar a inspeção.

As condições demonstram um agravamento dos problemas já identificados durante fiscalização anterior realizada em novembro de 2024. O SIMEPI irá encaminhar relatório aos órgãos competentes, cobrando providências urgentes para garantir condições adequadas de atendimento à população e de trabalho aos profissionais de saúde.

Fiscalização São Raimundo Nonato: SIMEPI denuncia descaso do estado diante da saúde da população

Caos na Saúde: a realidade do Hospital Regional de São Raimundo Nonato

Estivemos no Hospital Regional Senador José Cândido Ferraz, em São Raimundo Nonato, unidade de referência para mais de vinte municípios, e o cenário encontrado é preocupante: estrutura física comprometida, falta de equipamentos e déficit de profissionais.

Enquanto são anunciados investimentos milionários e divulgada uma saúde que não corresponde à realidade vivida por pacientes e trabalhadores, quem depende do serviço público enfrenta dificuldades diárias para receber atendimento digno.

Seguiremos acompanhando, fiscalizando e cobrando soluções efetivas. Saúde pública exige compromisso, investimento real e respeito à população. Porque sem saúde, não há dignidade.

Fiscalização em Barras: caos na saúde pública do estado do Piauí

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O Sindicato dos Médicos do Estado do Piauí (SIMEPI) realizou mais uma fiscalização para apurar as condições da saúde pública no estado. Desta vez, a vistoria aconteceu no Hospital Estadual Leônidas Melo, no município de Barras, localizado a cerca de 120 quilômetros de Teresina.

O que foi encontrado pela equipe do sindicato revela um cenário alarmante de abandono, descaso e desumanidade com a população piauiense. Pacientes que já enfrentam a dor, o sofrimento e a vulnerabilidade causados pela doença são obrigados a buscar atendimento em um ambiente sem condições dignas de funcionamento, comprometendo diretamente a assistência à saúde, um direito básico garantido à população.

Durante a fiscalização, foram constatados problemas graves de estrutura, como infiltrações e mofo em diversos ambientes, ar-condicionados sem funcionamento em setores essenciais, materiais hospitalares expostos de forma inadequada, fiação elétrica exposta, além de espaços destinados ao descanso dos profissionais de saúde tomados por mofo e forte mau cheiro.

A situação também expõe o desrespeito com os trabalhadores da saúde, que atuam diariamente em condições precárias, utilizando cadeiras quebradas, sem ergonomia e em ambientes insalubres. O cenário encontrado demonstra mais um retrato do caos instalado em unidades geridas pela Secretaria de Saúde do Estado do Piauí (SESAPI). 

É inadmissível que pacientes e profissionais sejam submetidos a tamanha precariedade. A falta de estrutura afeta diretamente a qualidade da assistência prestada, coloca vidas em risco e agrava ainda mais o sofrimento de quem depende exclusivamente do sistema público de saúde.

Diante da gravidade dos fatos constatados, o SIMEPI informa que irá formalizar denúncias junto ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas do Estado. Um relatório detalhado também será encaminhado à Secretaria de Estado da Saúde (SESAPI), cobrando providências urgentes para garantir condições dignas de atendimento à população e de trabalho aos profissionais da saúde.

O SIMEPI seguirá firme na fiscalização, denúncia e defesa da saúde pública, da dignidade dos trabalhadores e, principalmente, do povo piauiense.

Fiscalização em Floriano: SIMEPI alerta preocupação ao realizar fiscalização no interior do Piauí

https://www.instagram.com/reel/DYpyBCDt0YH/?igsh=MWkwc20yNnp5ZHJ2ZA==

O SIMEPI realizou nesta sexta-feira (22) uma fiscalização no Hospital Regional Tibério Nunes, em Floriano, e o que encontramos é alarmante.

Um ano após a primeira visita, constatamos que a situação piorou. Encontramos problemas graves de infraestrutura, enfermarias sem portas e uma realidade que compromete a dignidade de pacientes e profissionais de saúde.

Também denunciamos a atuação das organizações sociais (OS) contratadas pelo governo, que, apesar das promessas, não trouxeram melhorias concretas para a qualidade do atendimento.

Durante a fiscalização, ouvimos relatos revoltantes de pacientes e acompanhantes vivendo uma verdadeira situação de calamidade dentro do hospital. Pessoas sofrendo em meio à falta de estrutura, sem o mínimo de dignidade e enfrentando um cenário de abandono que choca qualquer cidadão.

Saúde pública se faz com respeito, estrutura, valorização profissional e dignidade. O SIMEPI não vai se calar diante dessa realidade.

Continue nos acompanhando para saber a verdade sobre a saúde pública no estado do Piauí.

SIMEPI realiza fiscalização no Hospital de Urgência de Teresina (HUT)

Na manhã deste sábado, o Sindicato dos Médicos do Estado do Piauí realizou fiscalização no Hospital de Urgência de Teresina (HUT), atendendo solicitação do Ministério Público, com o objetivo de verificar as condições de funcionamento da unidade hospitalar.

Durante a inspeção, foi constatado que o hospital segue funcionando, porém situações preocupantes foram identificadas e precisam de atenção urgente. Entre elas, a ausência de banheiros exclusivos para crianças, fazendo com que pacientes infantis utilizem banheiros destinados aos adultos.

A fiscalização também verificou a insuficiência de leitos, colchões em condições inadequadas de uso, incluindo colchões rasgados e sujos, além da presença de pacientes acomodados nos corredores da ala infantil, situação que evidencia a sobrecarga enfrentada pela unidade.

Médicos da unidade também relataram as péssimas condições dos banheiros localizados na área de descanso dos profissionais, com problemas de infiltração e, em alguns casos, sem funcionamento adequado, comprometendo as condições mínimas de repouso e dignidade da equipe médica.

O cenário preocupa e reforça a necessidade de melhorias estruturais urgentes para garantir mais segurança, dignidade e qualidade tanto no atendimento aos pacientes quanto nas condições de trabalho dos profissionais de saúde.

O sindicato seguirá acompanhando a situação e cobrando providências dos órgãos responsáveis.

SIMEPI lança nota oficial sobre falta de luz no HGV

NOTA OFICIAL
O Sindicato dos Médicos do Estado do Piauí recebeu com profunda preocupação a ocorrência de interrupção no fornecimento de energia elétrica no Hospital Getúlio Vargas (HGV), registrada durante procedimento cirúrgico. O Sindicato informa que já realizou apuração inicial junto à diretoria da unidade hospitalar, buscando esclarecimentos sobre o ocorrido, e irá verificar as condições de funcionamento e a capacidade do gerador, equipamento essencial para garantir a continuidade dos atendimentos em situações de emergência.
Para a presidente do SIMEPI, Lucia Santos, o caso acende um alerta ainda maior, a péssima qualidade no fornecimento de energia elétrica no Piauí, que tem sido uma preocupação constante, impactando diretamente o funcionamento de serviços essenciais, como consultórios, clínicas e unidades hospitalares.
As falhas recorrentes no fornecimento têm provocado prejuízos significativos, comprometendo atendimentos e colocando em risco a continuidade de procedimentos médicos, como ocorreu no Hospital Getúlio Vargas, onde cirurgias foram diretamente afetadas pela interrupção de energia.
O SIMEPI reforça que a empresa responsável pelo serviço, a Equatorial Piauí, já acumula um histórico de falhas recorrentes no fornecimento, fato amplamente denunciado e que vem causando sérios prejuízos à população.
As constantes oscilações e interrupções de energia não apenas colocam em risco a vida de pacientes em unidades de saúde, como também resultam em danos materiais significativos, com a queima de equipamentos em residências, clínicas e consultórios, atingindo diretamente cidadãos que, muitas vezes, não conseguem o devido ressarcimento pelos prejuízos sofridos.
No caso específico do HGV, além da interrupção no fornecimento de energia, preocupa também a capacidade operacional do gerador da unidade, que precisa estar plenamente apto a garantir o funcionamento seguro de setores críticos, como o centro cirúrgico e para assegurar que situações como essa não coloquem em risco pacientes e profissionais de saúde.
O SIMEPI reforça que já vem realizando fiscalizações e alertando as autoridades sobre a precariedade da infraestrutura hospitalar em todo o estado, cenário que se agrava diante da instabilidade no fornecimento de energia elétrica.
Este episódio não é isolado. Ele reflete uma realidade que atinge toda a rede estadual de saúde e a população piauiense, exigindo providências urgentes tanto no âmbito da gestão hospitalar quanto na qualidade do serviço de energia ofertado no estado.
O sindicato seguirá vigilante e cobrando medidas efetivas para garantir segurança, dignidade no atendimento e respeito à população.

Nota oficial sobre falta de luz no HGV

NOTA OFICIAL
O Sindicato dos Médicos do Estado do Piauí recebeu com profunda preocupação a ocorrência de interrupção no fornecimento de energia elétrica no Hospital Getúlio Vargas (HGV), registrada durante procedimento cirúrgico. O Sindicato informa que já realizou apuração inicial junto à diretoria da unidade hospitalar, buscando esclarecimentos sobre o ocorrido, e irá verificar as condições de funcionamento e a capacidade do gerador, equipamento essencial para garantir a continuidade dos atendimentos em situações de emergência.
Para a presidente do SIMEPI, Lucia Santos, o caso acende um alerta ainda maior, a péssima qualidade no fornecimento de energia elétrica no Piauí, que tem sido uma preocupação constante, impactando diretamente o funcionamento de serviços essenciais, como consultórios, clínicas e unidades hospitalares.
As falhas recorrentes no fornecimento têm provocado prejuízos significativos, comprometendo atendimentos e colocando em risco a continuidade de procedimentos médicos, como ocorreu no Hospital Getúlio Vargas, onde cirurgias foram diretamente afetadas pela interrupção de energia.
O SIMEPI reforça que a empresa responsável pelo serviço, a Equatorial Piauí, já acumula um histórico de falhas recorrentes no fornecimento, fato amplamente denunciado e que vem causando sérios prejuízos à população.
As constantes oscilações e interrupções de energia não apenas colocam em risco a vida de pacientes em unidades de saúde, como também resultam em danos materiais significativos, com a queima de equipamentos em residências, clínicas e consultórios, atingindo diretamente cidadãos que, muitas vezes, não conseguem o devido ressarcimento pelos prejuízos sofridos.
No caso específico do HGV, além da interrupção no fornecimento de energia, preocupa também a capacidade operacional do gerador da unidade, que precisa estar plenamente apto a garantir o funcionamento seguro de setores críticos, como o centro cirúrgico e para assegurar que situações como essa não coloquem em risco pacientes e profissionais de saúde.
O SIMEPI reforça que já vem realizando fiscalizações e alertando as autoridades sobre a precariedade da infraestrutura hospitalar em todo o estado, cenário que se agrava diante da instabilidade no fornecimento de energia elétrica.
Este episódio não é isolado. Ele reflete uma realidade que atinge toda a rede estadual de saúde e a população piauiense, exigindo providências urgentes tanto no âmbito da gestão hospitalar quanto na qualidade do serviço de energia ofertado no estado.
O sindicato seguirá vigilante e cobrando medidas efetivas para garantir segurança, dignidade no atendimento e respeito à população.

Vitória do SIMEPI!

O Tribunal de Justiça do Piauí manteve a decisão da 2ª Vara da Fazenda Pública na ação proposta pelo SIMEPI contra o Estado do Piauí, que discute ilegalidades apontadas no concurso público da SESAPI, e indeferiu o pedido do ente estadual que buscava suspender a decisão judicial anteriormente concedida ao Sindicato. 

A decisão representa importante avanço na defesa da legalidade, da transparência e da correta estruturação dos concursos públicos voltados à carreira médica.

Na decisão, o Tribunal destacou que:

“A previsão editalícia de correção de provas discursivas em especialidades médicas sem cadastro de reserva e com apenas uma vaga imediata pode comprometer a utilidade prática das fases subsequentes do concurso.” 

E ressaltou ainda:

“A aplicação mecânica da cláusula de barreira em hipóteses sem possibilidade concreta de aproveitamento futuro dos candidatos revela aparente incompatibilidade com os princípios da eficiência, racionalidade administrativa e economicidade.” 

A decisão reforça a importância de concursos públicos estruturados com planejamento, coerência e respeito aos princípios constitucionais que regem a Administração Pública.

O SIMEPI segue vigilante e atuando firmemente na defesa dos médicos, da legalidade e do fortalecimento da saúde pública.

Atenção para golpes!

Caros médicos (as), o Sindicato dos Médicos do Piauí (SIMEPI) alerta sobre uma tentativa de golpe na internet. 

Golpistas estão se passando por colaboradores do sindicato e solicitando dinheiro para a resolução de
supostas demandas jurídicas. Pedimos que, caso receba qualquer contato desse tipo, desconsidere imediatamente, pois trata-se de uma fraude.

Estamos tomando as medidas necessárias para identificar e punir os responsáveis por esse crime.